quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Como saber se você seria um bom professor?
Não há limites para o ser humano a não serem aqueles que ele os coloque para si mesmo. Nem todos os limites são conscientes. Muitos até pensam ou acham que vão conseguir superar, mas não têm empenho, disciplina, conhecimentos suficientes, foco, visão, assertividade, constância, comprometimento, eficácia - e acabam não conseguindo. Depois, argumentam-se para si mesmos dizendo que fizeram tudo o que podiam e deviam. Melhor seria impossível fazer.
Está claro que algumas profissões exigem mais algumas especificidades que são essenciais que para outras não seriam.
Segundo Malcolm Gladwell, no seu livro Fora de Série, qualquer pessoa que pratique por 10.000 horas qualquer atividade, torna-se excepcional nela. Uma média de 3 horas ao dia por 10 anos. Qualquer pessoa que praticasse ministrar 6 aulas por dia, em 5 anos seria uma excelente professora. Os Beatles tinham mais de 10.000 horas tocadas em shows e baladas antes de atingir o sucesso mundial.
Mas por que encontramos alguns professores com mais de 10 anos de atividade, às vezes até 30 anos, cujas aulas são medíocres?
Provavelmente uma das principais causas seria: ministrou todas as aulas, uma igual a outra, sem tirar nem pôr, sem interesse em melhorar, atualizar ou adequar aos variados públicos. É como se usasse a mesma ficha amarelada pelo tempo de uso ou uma mente que marcou passo no que decorou quando estudante. Não deu um passo além. Reduziu sua Performance a Zero.
Pensemos somente no prejuízo que tal professor provocou em 30 anos nos seus alunos. Se for de matemática então, quem sabe interferiu nas escolhas das carreiras dos seus alunos a profissões que não usasse matemática...
Qualquer pessoa pode ser um bom professor se, antes mesmo de escolher esta carreira: (1) já gostasse de lidar com diferentes tipos de pessoas, (2) tivesse a alegria de ensinar, (3) sentisse prazer em aprender o que não soubesse e em ensinar o que soubesse para quem quisesse aprender, (4) adorasse novidades, (5) buscasse sempre conhecer mais sobre algum tema que lhe interessasse, (6) não se incomodasse em ler nas mais variadas fontes, (7) participasse com facilidade de atividades com grupos ou individuais, (8) tivesse paciência para ouvir várias vezes a mesma história de diferentes pessoas, (9) não se irritasse em ser questionada, (9) fosse adaptável a diversas situações de convivência humana, (10) estabelecesse bom contato com pessoas de diferentes origens, credos, culturas, níveis sócio-econômicos, idades etc.
Mesmo que não tivesse as condições acima relacionadas, nada impede que elas possam ser aprendidas, treinadas e desenvolvidas. O ser humano tem capacidades incríveis que somente se mostram quando estimuladas. Nada existe que após 10.000 horas de prática, não torne o praticante em um expert no tema.
Para o ser humano tudo pode parecer difícil, complicado e impossível de ser feito se nada souber, mas tudo torna-se fácil, realizável e prazeroso quando se aprende. O saber é uma questão de busca pessoal, pois o conhecimento é uma construção individual. Podemos ser bombardeados por informações das mais variadas fontes, porém somente registramos o que conhecemos. O aprendizado é transformar as informações recebidas em conhecimentos.
Um bom professor não nasce pronto. É na prática que ele vai se formando, na paciência que vai se adquirindo, pelas tentativas de buscar melhores soluções que vai descobrindo os melhores caminhos, pois o relacionamento professor-aluno não nasce pronto, mas é construído ao longo de sua existência.
Içami Tiba
2ª atividade do curso de Tecnologia na Educação
Educação
e Tecnologia
“O que se pode
fazer é formar os alunos para terem acesso e darem sentido à informação,
proporcionando lhes capacidades de aprendizagem que lhes permitam uma
assimilação crítica da informação”. (Pozo e Postigo, 2000)
Em meio às tantas mudanças no campo
econômico, social, político e cultural, onde as tecnologias se fazem presentes
através do uso de computadores, tablets, celular e outros, não se pode pensar
que a escola seja a única fonte de conhecimento, porque este, nesse novo
contexto, se propaga pelas diversas formas, podendo agora ser encontrado nos
mais diferentes lugares que não se configuram como sendo espaços escolares.
Nesse sentido, o papel da escola
precisa ser revisto para que haja mudanças tanto na forma de ensinar como de
aprender. Fazendo-se necessário buscar mais metodologias e também recursos,
especialmente os tecnológicos, já que vivenciamos uma revolução tecnológica,
para que se possa proporcionar aos alunos a capacidade de buscar, selecionar,
analisar as informações que lhes possibilite resolver problemas diários e
adquirir mais conhecimento, de modo significativo.
Desta forma, a escola estará caminhando
rumo a um ensino capaz de formar cidadãos críticos, autônomos, participativos e
transformadores do meio ao qual julgam estar inseridos.
Orniane Guimarães
Minha 1ª Atividade no Curso de Tecnologia na Educação, foi produzir o texto abaixo.
Quem sou como professor e aprendiz?
Este texto trata-se de uma descrição
sobre o meu perfil enquanto professora e aprendiz. No qual tentarei falar um
pouco sobre como desenvolvo minha prática.
Meu nome é Orniane. Sou uma profissional dedicada ao meu
trabalho. Procuro desenvolver minhas atividades da melhor forma possível dentro
daquilo que me é oferecido, visando sempre a qualidade do ensino e a
aprendizagem dos alunos. Atualmente, encontro-me atuando somente no laboratório
de informática da escola Coronel João Pinheiro, mas já tive o prazer de atuar
por cinco anos em sala de aula com alunos do ensino fundamental menor. Nesse
período sempre procurei incorporar, à minha prática, novas metodologias de
ensino que pudessem despertar a curiosidade e o interesse dos alunos, pois
acredito que um professor que alia o seu trabalho a prática da pesquisa tem
melhores e maiores possibilidades de obter um resultado satisfatório com
relação a aprendizagem de seus alunos.
Durante todo este tempo em que
estivesse atuando diretamente em sala de aula busquei estabelecer com os alunos
uma relação de respeito e interação, ouvindo suas ideias e fazendo dos seus
conhecimento prévios a porta de entrada para a construção de mais conhecimento.
Eu sabia que eu tinha mais a aprender com eles do que eles comigo.
Tudo o que é novo assusta e causa estranhamento,
mas nunca deixei que tais reações me impedissem de mudar e ousar no meu nodo de
ensinar. Pois se o mundo esta em constante transformação porque as minhas
metodologias devem ser sempre as mesmas?
Enquanto aprendiz procuro me
aperfeiçoar na minha profissão por meio de cursos de formação continuada,
participação em oficinas, palestras e pesquisas, porque sei que enquanto
professora terei que ser uma eterna pesquisadora.
Contudo, mesmo estando trabalhando
somente no laboratório de informática auxiliando os professores e alunos,
procuro desempenhar o meu papel da melhor forma possível enquanto educadora e
aprendiz que sou, sempre buscado mais conhecimento visando contribuir de
maneira significativa na escola onde trabalho.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Xadrez na escola Municipal Cel. João Pinheiro
Escola Municipal de Ensino Fundamental Cel. João Pinheiro
Rua 7 de setembro, s/n, Jacundá-PA
Público alvo: Alunos do 6º ao 9º ano
Tecnologias utilizadas:
Computadores do PROINFO
OBJETIVO GERAL
Oferecer aos alunos a oportunidade de conhecer e aprender o jogo de xadrez e utilizá-lo para desenvolver suas habilidades cognitivas.
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